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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

PR LUCINHO BARRETO PREGA A VIOLÊNCIA E PODE SER ENQUADRADO PELA OAB! -Bizarrices gospel (108)



Dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo comentaram recentemente o polêmico vídeo em que o pastor Lucinho Barreto, líder da Mocidade da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) em Belo Horizonte, afirma que policial em serviço deve dar “muito tiro” em bandido. Para os representantes da OAB, o pastor pode ser enquadrado no crime de apologia à violência, previsto no Código Penal Brasileiro.

O vídeo é um trecho do programa “Nunca é Tarde”, apresentado pelo pastor na Rede Super de Televisão, em que ele foi questionado se seria pecado um policial matar alguém em legítima defesa quando em serviço.

- Tem gente que precisa tomar tiro. Então chegou o momento, tenho que usar um revólver não tem jeito…’ Irmão, pega o revólver, não dá pouco tiro não, dá muito tiro. Dá muito tiro, entendeu? Descarrega. Quando acabar de dar tiro, joga o revólver no cara. Joga o que tiver. A arma do Rambo… Sapeca tiro no povo! Por quê? Porque tem gente que precisa tomar tiro – respondeu o pastor.

- É faca na caveira mesmo. E vamos arrepiar o cabelo do sovaco deste povo, porque temos filhos. E a gente tá pondo filho neste mundo é pra quê? Pro bandido vir… Não, senhor – completa Lucinho.

Arles Gonçalves Júnior, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB em São Paulo afirma que a conduta do pastor “pode ser enquadrada em apologia ou incitação à violência ou à prática de crime (homicídio), delitos capitulados nos artigos 286 e 287 do Código Penal Brasileiro”. A pena prevista para tais crime é de 6 meses de detenção, ou pagamento de multa.

De acordo com o jornalista Joaquim de Carvalho, do site Diário do Centro do Mundo, a presidente da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB São Paulo, Damaris Dias Moura Kuo, também assistiu ao vídeo e classificou a fala do pastor como um “excesso inaceitável”. De acordo com ela, o pastor da IBL não se limitou a dar uma orientação bíblica, “como parece ter sido a pretensão da pessoa que fez a pergunta. Ele fez um discurso indutivo, estimulante. No mínimo, imprudente”.

 - Nenhum cidadão, religioso ou laico, pode se utilizar levianamente da prerrogativa de apresentador de uma concessão pública como a televisão, para veicular qualquer mensagem que incite a violência – completou Damaris Kuo







PS do editor deste blog- É esse o tipo de sujeito travestido de pastor que tem feito a cabeça de muitos jovens. Pastor e líder de mocidade que ler esta matéria não deixe em nome de Jesus Cristo esse tipo de perturbador entrar em sua igreja, vacine seus jovens para isso. Não se importe com os meia dúzia que vão bater o pezinho, mostre a Bíblia aos seus jovens e os crentes ficarão.

4 comentários:

Anônimo disse...

Bom Dia !

Gostaria de conhecer mais suas obras, seus frutos, conhecer melhor o que o Senhor anda fazendo pelos jovens que andam sem rumo pelo nosso pais. Saber o que o é que tem feito. De maneira nenhuma te condeno por falar mal deste ou daquele "líder" de alguma denominação religiosa, ou de alguma repartição da mesma, porem gostaria de saber o que uma pessoa como o Senhor está fazendo de concreto pela obra do Senhor. Ou está somente bebendo café e escrevendo poesias. Grato...

Daniel Nonato disse...

Irmãos onde fica a palavra de Jesus, onde nos orienta para não violência. Onde estamos, somos convidados a agir na barbárie.
Deterônio: 30,15 - Olha que hoje ponho diante de ti a vida com o bem, e a morte com o mal.

Anônimo disse...

Meus Irmaos, posso les advertir que estao falando de un servo do Senhor? Talvez nao concorde con que o PR. Lucinho falo, mais temos que ter cuidado. E como servos do Senhor mesmo! Devemos ver tudo pelo lado espiritual. E quem nunca falou uma destas bobagem antes? E se a OAB falar algo, que importa? Os gays em uma parada gay cometerao vilipendio, e ninguem falo nada!

Vitrine Profissional disse...

Saudações queridos de Cristo!

Realmente são palavras trovejadas ao sabor das emoções, desenfreadas, repletindo um sentimento de indignação com o estado de desgoverno generalizado da violência no Brasil afora. Entretanto, não condizentes com um discípulo de Jesus, o Mestre do Amor, nem tampouco com o Código de Ética da OAB, CF88 e tratados e convenções dos direitos humanos. Sei que é chato dizer isso, afinal, quem sou eu, um pecador, para julgar outrem, mas não gostaria que ninguém ousasse me chamar de pastor com uma postura declarada como esta. Não gostaria de me colocar como pedra de escândalo diante do evengelho de Cristo. O pastor que a bíblia descreve é antes de tudo, cordato, amante do bem. Não se encoleriza facilmente; antes, prega a palavra do evangelho de Cristo sem retoques ou rodeios. São vocacionados, sentem verdadeiro ardor em seus corações pelas vidas do mundão. Por isso eu me retrataria com a OAB para não perder o que presumivelmente foi duramente conquistado; formataria um programa especial na mesma emissora para pedir perdão aos telespectadores pelo desabafo irrefletido, e pediria a igreja para orar por mim e pelo meu retiro de uma semana de oração e leitura das escrituras para me revestir da graça de Deus e recomeçar a jornada com fé e vigor lá do banco, só ouvindo e aprendendo com a experiência dos verdadeiros homens de Deus (São poucos, é verdade, mas eles estão plantados na casa do Senhor). Fica o feedback.

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