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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

ANDRESSA URACH VIU A "ALMA DA MORTE", QUER SER PASTORA, MAS CONTINUARÁ FICANDO PELADA.

O portal  MSN publicou uma noticia no mínimo interessante. 

Apresentadora afirmou que quer “aprender mais e evangelizar”

Se recuperando de uma bactéria na perna e depois de sofrer com complicações devido a aplicações de hidrogel no corpo, Andressa Urach afirmou que a experiência fez com que ela repensasse sua vida.
"Quero aprender mais e evangelizar. No futuro, quero ser uma pastora”, disse no programa “Muito Show”, da RedeTV!.
A apresentadora afirmou que os momentos em que esteve no hospital foram transformadores. "Tive uma experiência com Deus que só Ele e eu sabemos o que foi. Aquela Andressa morreu dia 30 de novembro e nasceu dia 3 de dezembro."
A moça, no entanto, garantiu que não deixará de fazer trabalhos artísticos após a experiência. "Se precisar ficarei pelada com pintura no corpo, farei ensaios de lingerie, presenças VIP... Tudo para sustentar minha família. Não estou me prostituindo, é um trabalho honrado."

No Globo.com está dito que ela também viu a "alma da morte", o que é isso? Não me perguntem, não sei:

 “No hospital vi espíritos da morte querendo levar a minha alma. Eram a alma da morte. Eles me rondavam porque queriam a minha alma de qualquer jeito. Isso tudo porque eu não agradeci a Deus. Foi a fé da minha mãe, que foi um elo com Deus, que fez com que as almas fossem embora. Eu estava perturbada. Eram almas feito nuvens escuras. Me davam um sentimento de medo e faziam barulhos assustadores como espíritos sofredores. Pareciam vultos escuros como se fossem fumaças. O vulto mais forte deles era um bem escuro que passava dentro do meu corpo. Pedi para suspenderem a morfina porque eles achavam que era ela que me fazia delirar. Mas eu acredito nessa coisa de espírito e achava que a substância me deixava entre esses dois mundos. Minha mãe chamou pastores que rezaram por mim. Os médicos retiraram a morfina e as visões pararam"

O que você acha, ela viu a "alma da morte"? Ou como afirma "estava perturbada?" Na mesma entrevista ela solta a seguinte pérola:

"Fiz striptease por cachês muito bons. Fiz, sim. Mas ali eu te digo: não foi pecado porque não estava vendendo meu corpo para o sexo. Era um show que famosas como Gretchen fazem. Eu era uma profissional que foi contratada pra ficar seminua e dançar. Foi um trabalho. Não era uma prostituição".

 Alguém duvida que aqui nessa "casa de Noca" ela será pastora, ficará famosa e terá muitos seguidores? eu não.

domingo, 11 de janeiro de 2015

"JE SUIS CHARLIE"? NÃO, EU NÃO SOU CHARLIE

Capa pornográfica com o Pai, Filho e Espírito Santo
Por Joelson Gomes


Assassinatos se justificam? Terminantemente não! Brincar com a fé dos outros se justifica? Terminantemente não! Nos últimos dias a noticia que abalou o mundo foi a barbárie do assassinato de várias pessoas que faziam parte do semanário de sátiras francês Charlie Hebdo em sua sede. Isso acende de novo a discussão: até que ponto vai a liberdade de expressão? Será que em nome de uma tal liberdade de imprensa se pode fazer o que quiser com a crença alheia? Devo retratar Maomé com imagens pornográficas sabendo que ele é para milhões de pessoas um santo profeta? Devo retratar O Deus dos cristãos: Pai, Filho e Espírito Santo transando num ménage A trois?! Veja as imagens de capas neste pequeno artigo e pense no que pensam as pessoas que fazem esse tipo de coisa.Os fanáticos assassinos da França não podem ser chamados de muçulmanos, mas também colabores do Charlie Hebdo não podem ser chamados de artistas, eram blasfemadores. Caçoavam da religião dos outros sem escrúpulos.

Capa satirizando os Muçulmanos
Vejo uma comoção mundial por causa dos assassinatos injustificáveis sempre, mas vejo que esta comoção esconde uma problema sério: o que este semanário faz. Parece que o tema preferido deles é gozar da religião alheia retratando seus símbolos em situações ridículas ou pornográficas. Onde está a mesma comoção pelas pessoas que tem e tiveram sua fé atacada inúmeras vezes por esta revista? Será que só olham as vítimas, digo novamente injustificáveis, da revista? E as vítimas religiosas? Será que estamos sendo justos? Qualquer um metido a cartunista pode pegar um lápis e desenhar Deus ou qualquer outro ícone religioso, do jeito que que quiser e todos dizem "amém?" Não, tem algo errado nesse negócio.

Meus pêsames pelos membros do Charlie Hebdo assassinados pelos dois fanáticos que envergonham a religião muçulmana, mas meus pêsames também pelo desserviço que presta este semanário francês. Um lixo lido por mentes cheias de ... nada. 

Este episódio não pode ficar na discussão religiosa: "foram os fanáticos e etc". Deve entrar na roda a discussão sobre o que jornais, revistas e programas fazem com a fé alheia. Enquanto isso não entrar na baila continuarão atirando fora do alvo. A frase  "Je Suis Charlie" (somos todos Charlie) se espalhou pelo mundo. Mas, eu digo: eu não sou Charlie. Respeitem, se quiserem ser respeitados.

Capa pornográfica com Católicos Romanos

Capa satirizando Muçulmanos


Capa satirizando Jesus Cristo





O MASSACRE DE PARIS: RADICALISMO, RAQUITISMO E RADICALIDADE

Por Gerson Borges

No primeiro dia das férias de Janeiro, sonhando com a praia, antevendo a rede preguiçosa, café numa mão, jornal na outra e eu, chocado, entrava em contato com mais um ato de barbárie perpetuado pelas forças obscurantistas do fundamentalismo islâmico. Ontem o mundo viu, estarrecido, como as liberdades ocidentais são frágeis diante das garras do ódio e da intolerância. O que alimentaria essa força assombrosa, dizem alguns, é a xenofobia e intolerância europeia aos imigrantes islâmicos. Os 12 mortos e 11 feridos do semanário satírico Chalie Hebdo tem origens mais profundas: o que é a liberdade religiosa, afinal? O que é a liberdade de imprensa, afinal? O que é a liberdade tão propagada e valorizada pela civilização (pós) cristã do Ocidente? Onde essas perguntas e respostas se confluem e se chocam? Questões para os sociólogos e para quem assume a radicalidade do Evangelho no alvorecer do século XXI. Radicalidade? Do Evangelho? Como assim?

Pois eu queria tentar articular a diferença entre três conceitos nesse breve texto-lamento, nessa minha crônica-meditação, três ideias-força que brotam do meu estarrecimento diante desses tempos decisivamente escatológicos: o radicalismo religioso, o raquitismo irreligioso e a radicalidade evangélica. Timothy Keller, de modo brilhante, usando seu intelecto poderoso e antenado e uma teologia reformada e missional robusta no recente "Igreja Centrada" (Editora Vida Nova) propõe a (pouco) sutil diferença entre Religião, Irreligião e Evangelho. Religião é a proposta legalista/moralista que, tolamente, acredita que podemos merecer por meio de boas obras/barganhas espertas, o favor e a benção divinos. Temos de obedecer a verdade para sermos salvos. E combater os "infiéis que zombam da Verdade e do Sagrado". Muçulmanos e alguns cristãos acreditam nisso. Eis o gérmen do radicalismo religioso! Só há uma verdade e um modo de agradar a Deus. O resto, morte. Ao restante, a morte.

A outra força motriz da nossa cosmovisão é a Irreligião, com seu viés relativista e liberal. "Se há Deus", diriam os irreligiosos, do fundo do seu agnosticismo e/ou cinismo, "ele haverá de ser bondoso e salvar todo mundo nessa balbúrdia que é a humanidade". O primeiro seria Verdade sem Graça. Já o segundo ponto de vista, Graça sem Verdade. É o que eu chamo de visão raquítica da vida. Le it be. Viva e deixe viver. “Tô” nem aí. Um existencialismo extemporâneo, esse raquitismo da irreligião.

A terceira via é o Evangelho. A religião é de fora para dentro (comportamento, atos, charges, críticas e etc vem primeiro). O Evangelho é de dentro para fora. Não faço o bem (ou o mal) para ser aceito – faço o bem por que FUI aceito por Deus, em Cristo. “O Evangelho cria um novo tipo de comunidade que serve, com pessoas que vivem num mundo completamente incomum como seres humanos", diz o pastor Keller. E eu subscrevo. Um novo tipo de comunidade humana! Nem religiosa nem irreligiosa – verdadeiramente...evangélica!

Foi numa visita à uma casa franciscana nas montanhas de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Uma jovem freira, moça bonita, poderia ter casado, levar uma vida "normal", diriam alguns. Numa conversa gostosa e franca, a irmã Clara me diz algo assim: " É pastor, é preciso abraçar a radicalidade do Evangelho". Ela está mais que correta. Não precisamos nem do radicalismo religioso, nem tampouco do raquitismo da irreligião. Precisamos desesperadamente, sobretudo sob o profundo estado de choque francês após o violento atentado terrorista de ontem, reconsiderar o que é Religião e o que é a Irreligião. As duas coisas trazem consigo contradições importantes e, pior, incitações mútuas à violência e ao desrespeito – digo isso ao ler no Estadão de hoje cedo uma frase absolutamente infeliz de Salman Rushdie, escritor sentenciado à morte por radicais islâmicos após a publicação do seu livro “Os versos satânicos", chamando a fé monoteísta de "obscurantismo medieval", postura no mínimo desrespeitosa. Nem radicalismo, nem raquitismo – precisamos redescobrir a radicalidade do Evangelho de Jesus de Nazaré.

sábado, 20 de dezembro de 2014

PREGADOR NORDESTINO





Se você não quiser se arrepender
Tome tino ou me saia na carreira
Pois aqui o negócio é na peixeira
Quando boto não boto pra perder
Ainda dou-lhe uma chance de fazer
Confissão de pecados pra mudar
Mas se o cabra não quer se emendar
Meto o pau rapidinho lhe despacho
No nordeste evangelho é pra macho
Se não é não me venha aqui passar.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MAIS UMA DO "PASTOR CHEIRA BÍBLIA". ISSO É O QUE DÁ SÓ CHEIRAR AO INVÉS DE LER- Bizarroces gospel (112)

Por Thiago Oliveira



Lamentavelmente escrevo esse texto sabendo que muitos vão aqui comentar coisas do tipo: “Ele faz isso, mas ganha muitas almas para Jesus, e você o que faz além de julgar?” ou “Ele fez o que de errado? Ora, deixem ele falar do Evangelho.” Daí você se pergunta, quem é ele e o que ele faz/fez. Ok, vou explicar.
O Pr. Lucinho Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha pregou no último Sábado (06/12) um sermão intitulado “E agora, quem poderá me defender?” Até aí tudo bem... Sobre a pregação, a intenção era falar sobre depender de Deus. Ótimo! Só que o Lucinho chega no púlpito vestido de Chapolin Colorado (veja aqui) e é ovacionado por isso. Diante dos aplausos ele arremata o bordão do famoso personagem do recém falecido Roberto Bolaños: “Não contavam com minha astúcia!”
No púlpito, o Lucinho conta diversas piadinhas e até faz referência a uma música da funkeira Anita (Pre-pa-ra). Ele grita, se ajoelha, acena, assobia, gargalha... enfim, um típico showman. Seria muito bom para uma empresa tê-lo como palestrante motivacional. Talvez algum programa televisivo fizesse sucesso com um apresentador tão eletrizante quanto ele. Mas para ser um mensageiro bíblico, o Lucinho com a sua personalidade narcisista, está distante do que Deus requer para o ofício de ser porta-voz da Palavra revelada.
Em seu excelente livro, Supremacia de Deus na Pregação, o Pr. John Piper fala que o alvo da pregação deve ser a glória de Deus. Ou é isso, ou de nada vale pregar. A partir do momento que um pastor ou mensageiro da Palavra começa a desfocar desse alvo, deixando de manter a sobriedade, este deixou de glorificar ao seu Senhor e até passa a querer ser o centro das atenções. E muitos em nosso meio costumam associar sobriedade com frieza. Se um pastor conduzir os ouvintes a quietude, muitos acharão que a mensagem foi enfadonha, morosa, lúgubre, etc. Segundo Piper (pág 49), muitos pastores têm se deixado levar por tal pensamento e o resultado disso é:
“...uma atmosfera de pregação e um estilo de pregação contaminados com trivialidades, leviandade, negligência, irreverência e uma sensação generalizada de que nada de proporções eternas e infinitas está sendo feita ou dita aos domingos”.

Obviamente que o pregador não precisa ser engessado ou robótico. Ele deve ser vibrante, entusiasmado, afinal, é do Evangelho que ele fala. E não há nada mais vibrante do que o Evangelho, não é mesmo? Charles Spurgeon, um dos maiores evangelistas da história da Igreja tinha um humor peculiar. O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus é, atualmente, um bom exemplo de alguém que faz o bom uso do humor e conta suas anedotas vez ou outra. No entanto, leviandade é diferente de bom humor. Lógico que uma risada é sadia e que a alegria é marca de todo o cristão satisfeito em Cristo Jesus. Mas para tudo existe limite. Transformar um sermão num roteiro de stand-up comedy não é uma ideia sensata. A pregação é a forma que Deus estabeleceu para falar aos pecadores e auxiliar na perseverança dos santos. Se as pregações virarem palhaçada, como alguém dará crédito a esta mensagem?

O próprio Lucinho é exemplo disso. Ele inventou de “cheirar a Bíblia” para dizer que os jovens precisam ser loucos por Jesus. Sua iniciativa, com perdão do termo, abobada, virou matéria de um programa de TV e o apresentador não aguentou e mandou que a matéria deixasse de ser exibida, ao vivo (veja aqui). Um incrédulo censurou o Lucinho, que para a repórter que o entrevistava, disse que fazia essas coisas para atrair os adolescentes, pois estes acham os assuntos sobre Deus (ou religião) muito chatos.

É justamente nesse afã de querer incrementar o Evangelho que as bizarrices começam a se proliferar. Como disse anteriormente, alegria é inerente do cristão e o apóstolo Paulo escrevendo aos filipenses fala muito sobre alegria (Fl 4.4). Porém, na mesma carta, Paulo chora por causa dos inimigos da cruz de Cristo (Fl 3.18). Ou seja: nem tudo são flores! Se o alvo da mensagem é a glória de Deus, e Ele é glorificado quando chamamos pecadores ao arrependimento, esta mensagem não pode ser trivial. Se vestir de Chapolin é algo tão despojado que fere o caráter sóbrio da pregação que diz “arrependei-vos e convertei-vos”. Não só a sobriedade como também a seriedade desta mensagem, pois a resposta a ela resultará em vida eterna ou morte eterna.

Em 2 Timóteo 4.3 lemos o seguinte Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos. Isso é um retrato do que estamos vivendo. Incomodados com a agressão que é a Palavra de Deus (ou você acha que uma espada que penetra na divisão das juntas e medulas não causa dor?), os homens de nosso tempo forjam um pseudo-evangelho que massageia o ego e diz tudo aquilo que queríamos ouvir, e não o que devemos ouvir. Spurgeon, certa feita disse que chegaria um dia em que no lugar dos pastores alimentando as ovelhas haveria palhaços entretendo os bodes. Ele estava muito certo.

O egocentrismo de pastores feito Lucinho e outros que para serem notados e ganharem fama nas redes sociais vestem coisas bizarras (veja aqui) e falam palavrões, são um câncer que vem destruindo a Igreja progressivamente. Aonde estão os homens que pregam a cruz? Aonde estão os pastores que não querem o aplauso dos homens? Aonde estão as pregações que falam que Deus lançará no inferno os pecadores resolutos?

Não desanime, ainda existem homens comprometidos com o Evangelho ao ponto de negarem o aplauso dos seus ouvintes. Duvida? Então, se não conhece, recomendo a você a assistir o vídeo dessa pregação aqui no Paul Washer. E para terminar, contarei uma anedota que não me lembro onde li ou ouvi, sobre o já citado Charles Spurgeon. Mas ela diz que numa certa conferência na Inglaterra vitoriana, alguns jovens ao verem o pastor do primeiro dia pregar ficaram maravilhados e diziam entre si: “Você viu aquele pregador? Nossa como ele prega bem. Que oratória. Que sermão!”. No segundo dia, Spurgeon foi o preletor e após a conclusão da sua mensagem os jovens, novamente admirados, falavam uns com os outros: “Você viu como Jesus é perfeito? Como Jesus é bom! Como Jesus é admirável! Quão lindo é Jesus”.

Que Deus nos presenteie com pastores segundo o Seu coração! Soli Deo Gloria!
 
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OBS do autor deste blog. E agora quem poderá nos defender de aventureiros deste tipo?
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