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terça-feira, 8 de abril de 2014

JUDAS ERA LIVRE?


Por Richard Beck


Jesus foi conivente na traição e morte de Judas? Se Judas não estava conscientemente seguindo a profecia, poderíamos afirmar que Jesus estava? Eis aqui o que nós vemos nas descrições do evangelho:

Primeiro, Jesus aparece para escolher Judas como um dos doze sabendo que Judas o trairia:

João 6.68-71:

Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós já temos crido e bem sabemos que tu és o Santo de Deus. Respondeu-lhes Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? Contudo um de vós é o diabo. Referia-se a Judas, filho de Simão Iscariotes; porque era ele o que o havia de entregar, sendo um dos doze.

Segundo, na noite de sua traição Jesus orquestra os eventos da traição. Ele dá a Judas as suas instruções e então vai se encontrar com ele no lugar determinado:

João 13.26-30; 18.1-4

Respondeu Jesus: É aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado. Tendo, pois, molhado um bocado de pão, deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes. E, logo após o bocado, entrou nele Satanás. Disse-lhe, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa. E nenhum dos que estavam à mesa percebeu a que propósito lhe disse isto; pois, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe queria dizer: Compra o que nos é necessário para a festa; ou, que desse alguma coisa aos pobres. Então ele, tendo recebido o bocado saiu logo. E era noite.

Quando tinha acabado de orar, Jesus saiu com seus discípulos e cruzou o vale do Cédron. Do outro lado havia um olival, e ele e seus discípulos entraram nele.

Agora Judas, quem o traiu, conhecia o lugar, pois Jesus tinha frequentemente se encontrado lá com seus discípulos. Então Judas veio ao bosque, guiando um destacamento de soldados e alguns oficiais dos principais sacerdotes e fariseus. Eles estavam carregando tochas, lanternas e armas.

Jesus, conhecendo tudo o que estava para acontecer com ele, saiu e perguntou-lhes: “A quem buscais?”.

Parece, a partir da descrição de João, que Jesus não sabia o que estava para acontecer muito antes que acontecesse. Jesus escolhe Judas sabendo que ele tinha selecionado seu traidor. E, na noite da traição, Jesus deixa Judas ir e fazer o que ele tinha que fazer e então encontra Judas no local apontado. Judas parece não ter noção do que está acontecendo. Jesus, porém, “sabe tudo o que estava para acontecer com ele.”

Algumas questões desconfortáveis

Em nenhum momento nas narrativas do evangelho é dado a Judas alguma simpatia por suas ações. Apesar de toda a profecia e orquestração de Jesus Judas é redondamente condenado e amaldiçoado. Porém, eu imagino que os leitores modernos estejam perturbados pela história de Judas. Os antigos tendiam a crer no destino, mesmo o destino trágico. “Livre arbítrio” e “responsabilidade moral” não eram coisas com as quais os antigos se preocupavam ou reconheciam. A vida de Judas seguiu o caminho do seu maldito destino, tragicamente assim. Mas Judas era “livre para fazer o contrário?” Se não, ele pode ser mantido responsável por suas ações? Estas questões simplesmente saltam para fora das descrições do evangelho.

E Jesus? De todas as personagens envolvidas Jesus parece controlar seu próprio destino. Ademais, Jesus parece controlar os destinos dos outros, o de Judas em particular. Então isto nos faz perguntar: Deveria Jesus ter escolhido Judas para ser um dos doze? Deveria Jesus ter salvado Judas do seu destino? Jesus poderia ter arranjado um plano alternativo para encontrar os soldados no jardim daquela noite que não envolvesse a queda de um dos que pertenciam ao seu círculo íntimo?

De todas as histórias na Bíblia que vão de encontro aos prejuízos modernos a respeito da liberdade e da responsabilidade moral, a história de Judas Iscariotes tem a mais elevada posição.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A IGREJA E A PIEDADE BÍBLICA




1Tm. 4.7-8 

 *Por Joelson Gomes
Mensagem pregada no 57° Concílio Nacional da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.

INTRODUÇÃO.


• As vezes escutamos a expressão: “fulano de tal é uma pessoa piedosa”, mas o que queremos dizer com isso? Alguns pensam que ser piedoso é alguém que tem muita pena de quem sofre, ou de quem precisa de ajuda. Foi nessa perspectiva que Cazuza escreveu o seu “Blues da Piedade”. Tem gente que compara piedade a uma pessoa que frequenta uma igreja com constância e participa de tudo que ali acontece, um cumpridor das obrigações do templo (é uma pessoa muito piedosa). A piedade também é associada a quem faz cara de santo.


• Sim, piedade envolve contrição, santidade. Agora, nossa imagem subjetiva de alguém piedoso não corresponde totalmente a verdade dos fatos quando olhamos a palavra bíblica para piedade e as palavras dela  derivadas. Piedade nas Escrituras é algo objetivo, muito prático. Cristão piedoso para as Escrituras não é aquele que vive a religião, quem aparenta a religião, mas o que FAZ o resultado do evangelho na vida prática.


• Não é novidade que como Igreja vivemos um momento critico, liderança e liderados estão na mesma situação. Dos escândalos, das dubiedades, das máscaras não escapa mais ninguém. Vivemos um eterno baile de máscaras de tapinhas nas costas e apertos de mão tão verdadeiros quanto muamba do Paraguai, Assim, precisamos saber o que é piedade verdadeira, a Igreja precisa saber o que é e como se manifesta a piedade bíblica. Você precisa saber se é um cristão piedoso segundo as Escrituras? Você é?



I-             O que é a piedade.



• Para compreender muitos conceitos bíblicos, estudar a palavra que é usada no idioma original das Escrituras, e suas derivadas, ajuda muito. Faremos isso agora.



• O substantivo piedade é uma palavra grega, um termo do NT, e em seu idioma original é “eusebeia”. Este vocábulo aparece 14 vezes no NT, destas ocorrências, 03 estão em 2ª Pedro:



1-  2Pe. 1.3- é nos dito que tudo nos foi dado para nos conduzir a piedade;

2-  2Pe. 1. 6-7- somos exortados a juntar a perseverança com a piedade;

3-  2Pe. 3. 11- o autor nos diz que quanto mais se aproxima a vinda de Cristo deve-se viver em piedade.



•  As outras 10 estão nas cartas pastorais. Isso mostra que ela é uma palavra característica destas cartas. Observe estes usos:



1- 1Tm. 2.2- é pedido oração para que pessoas vivam na piedade;

2- 1Tm. 3.16- fala-se da Cristologia (doutrina da vida e obra de Cristo) como sendo o mistério da piedade;

3- 1Tm. 4. 7-8- é dito que Timóteo deveria praticar a piedade porque o fruto dela é vida boa aqui na terra e também na eternidade;

4- 1Tm. 6.3- condena-se quem não ensina segundo a piedade;

5- 1Tm. 6.5-6- condena-se quem quer lucrar materialmente com a piedade, e também se diz que a piedade produz lucro espiritual;

6-  1Tm. 6.11- exorta-se a seguir a piedade;

7-  Tt. 1.1- Paulo diz que promove o conhecimento da verdade de acordo com a piedade.



Existem outras palavras derivadas que devemos conhecer seus usos também:



• O adjetivo “eusebês” ocorre em: At. 10.2, 7; 2Pe. 2.9, onde é traduzida por alguém “piedoso, temente a Deus”;

• O advérbio “eusebôs” aparece em 2Tm. 3,12; e Tt. 2.12, onde é traduzido por “piedosamente”, estilo de vida piedoso.

•  O verbo “eusebein” ocorre em At. 17. 23; 1Tm. 5.4, onde tem o significado de “dever religioso”, “devoção espiritual”.



• O significado básico da palavra na Bíblia é: “temor na presença do majestoso” (Pv. 1.7; Is. 11.2 usam esta palavra na LXX); Reverencia na presença do divino e uma vida e conduta apropriada daquela reverencia. Para o grego da época do NT a palavra significava o conhecimento com o qual se deveria prestar culto; vida, conduta correta diante do divino. Era a atitude certa para com o Deus adorado. Ora, vendo isso chega-se a conclusão que não há palavra que devamos entender mais plenamente se quisermos ser cristãos da forma bíblica. Achegar-nos a Deus da forma adequada. O culto, a adoração da Igreja, depende de como ela entende a palavra piedade.  E vocês que são a Igreja devem entender esta palavra para serem Igreja. A sua identidade como Igreja depende de entender a maneira correta de se aproximar do Deus da Igreja, de viver a fé no Deus da Igreja.

• Agora sabendo o significado, resta saber como se manifesta esta atitude certa para com Deus, para saber como a igreja (no caso nós) podemos viver a piedade bíblica?



II-           Como se manifesta a piedade?



a) O poder divino de Cristo é o que traz a verdadeira piedade (2Pe. 1.3)-  Devemos entender que sem a visão de Jesus; sem a presença de Jesus; a piedade verdadeira é impossível. Quando a igreja brasileira troca Jesus pela prosperidade, ato profético, bizarrices com nome de espiritualidade; quando o crente troca Deus pelo “Eu” esquecendo as Escrituras como voz do Senhor e usando-a como amuleto da sorte, ela se coloca longe da verdadeira piedade.



• Mas, acontece algo pior, ela produz uma falsa piedade que engana. É o paliativo que produz o arrepio momentâneo, a gritaria, mas daqui a pouco está vazio de novo, vamos fazer a próxima programação. É assim porque satisfez o psicológico, o superficial, mas não tocou a alma. Paulo chama a piedade de “mistério” (1Tm. 3.16). Mistério no grego antigo era algo ininteligível para os de fora, mas para o praticante da religião verdadeira era algo claro como o cristal. Assim Paulo está dizendo que os cristãos receberam a revelação do mistério de Cristo, Ele trouxe aos seus o segredo da adoração verdadeira, é Nele, e só nEle que os homens aprendem a adorar a Deus. E só nEle que a Igreja cumpre a função de noiva.


   * Mas como ser noiva piedosa uma “igreja” que está encantada com ela mesma ou com as bolotas dos porcos no chiqueiro que é o mundo? Como ser Igreja piedosa uma “igreja” que já trocou de marido faz tempo, e tem tantos maridos quanto apareçam oferecendo mágica, dinheiro, espetáculo? Seu conceito de Cristo revelará a validade de sua piedade.



b) O crente deve se exercitar e batalhar pela verdadeira piedade (1Tm. 4.7), segui-la (1Tm. 6.11)- aqui temos algo muito importante:



1- Primeiro Paulo manda se exercitar na piedade, e usa a palavra do atleta, ou seja, passar por rigoroso treinamento, passar por disciplina, esforço;

2- Depois, em 6.11 ele um termo que significa correr com pressa, decidido em direção ao alvo (ex. Fp. 3.14).


Isso nos diz que o nosso tempo deve ser empregado nisso, e não em nossas coisas apenas. Estas coisas devem ser vistas como o mais importante e que merecem mais atenção na vida. 


* Mas como ser Igreja piedosa uma “igreja” que gasta seu tempo com arremedos de festas mundanas, diversão e coisas vãs? O esforço que você faz para ser um cristão bíblico revela a sua piedade.



c) A piedade deve ser vivida a luz da eternidade (2Pe. 3.11)- Mesmo não sabendo o dia em que Jesus voltará, o cristão verdadeiro sempre está pronto para a chamada de Deus. A vida aqui é vivida na perspectiva do porvir. Os olhos e ouvidos estão lá. No “ainda não” para a Teologia, no céu para o simples. Por isso a piedade tem o próximo significado.



d) A verdadeira piedade não pode ser confundida com prosperidade material (1Tm. 6.5-6)- Toda pessoa que vê na sua religião caminho para o sucesso material, ou usa a mesma para isso, nunca conheceu a verdadeira piedade, tem um conceito muito baixo de espiritualidade. Todos os grandes homens e mulheres de Deus no mundo eram pessoas que não tinham apego nenhum pelo material, aliás alguns eram ricos e deram tudo o que tinham. Em um país onde campeia a famigerada Teologia da Prosperidade, e onde as pessoas vão aos templos para “buscar a bênção’, como precisamos entender o culto (que é oferecer, ofertar e se ofertar, e não buscar), e como precisamos saber o que é piedade. Quando se conhece esta piedade, os olhos saindo daqui e sendo postos lá, temos os elementos de viver bem aqui e na eternidade (1Tm. 4.8).



* Mas como ser Igreja piedosa uma “igreja” que vive o “restitui o que é meu”; que “não morrerá enquanto não se cumprir as promessas”; que esperando a “vitória do sabor de mel”? O nível de satisfação que você tem em Deus e não em seus bens materiais revelam o nível de sua piedade bíblica.



e) A piedade é a origem de todo ensinamento, toda doutrina verdadeira (1Tm. 6.3-4; Tt. 1.1)- Mas, isso é muito próprio, tinha que ser assim. Deus não fala ao homem mais do que ele é capaz de entender (ver Jo. 16.12).  Para aprendermos acerca de Deus devemos primeiro obedecer a Deus (piedade verdadeira). Você que prega vive a verdadeira piedade no quesito conhecimento bíblico-doutrinário? Porque para ouvir um sermão decente hoje se anda léguas procurando aos domingos a noite? Os membros de sua igreja diriam que têm um pregador que vive segundo a piedade bíblica e isso é visto em suas pregações? Veja como ensinar segundo a reta doutrina é de suprema importância. E você que diz que não gosta de doutrina, não estuda doutrina, não se preocupa em que os membros de sua igreja local aprendam Teologia/doutrina?



* Como ser Igreja piedosa se a profundidade bíblico-teológica das lideranças é no nível de uma aranha em cima d’ água? Como ter esta piedade se articular os artigos mais elementares da fé  Protestante (usando a Bíblia) é a maior dificuldade para pastores? Se o alimento doutrinário passado nas igrejas locais tem a mesma sustância que pipoca? Se os cultos de doutrinas e EBDs (quando tem) são mortos por culpa do líder? O nível bíblico de seu comprometimento com doutrina bíblica revela o nível de sua verdadeira piedade.



f) A verdadeira piedade começa em casa (1Tm. 5.4)- Um fato salta aos olhos aqui: O cristão que negligencia a família é irreligioso. O trabalho religioso mais importante é o que é realizado na intimidade do lar. Sua esposa acha o que de você pastor? Ela se senta na primeira fileira para ouvir seu sermão como de um homem de Deus? Ou na sua pregação ela fica a pulso, obrigada para não fazer vergonha? O que seu esposo acha de você irmã? Ele lhe tem como exemplo de esposa bíblica? Ou quando se fala em esposa crente ele ora para que você seja uma, porque até agora não é?



* Como ser Igreja piedosa se as casas dos crentes são negligenciadas pela TV ou internet? Como viver a piedade verdadeira se não há investimento nas famílias da liderança, e por tabela na membresia da igreja local? Sua família lhe encara, como cristão ou impostor? Como você trata a sua família  e dela cuida revela a sua piedade.



CONCLUSÃO


• “Mas, se é assim, é muito difícil viver a verdadeira piedade”. Sim, e as coisas pioram, pois diz Paulo a Timóteo quem quiser viver em piedade sofrerá perseguição (2Tm. 3.12). E aqui se revela mais uma vez a sua piedade. O que você escolherá? A aceitação do mundo e a vida fácil e uma “falsa piedade”, ou a critica de seus colegas, irmãos, igrejas, e viver a verdadeira piedade? Escolherá o preço da verdadeira vida cristã, ou a comodidade, e a paz de uma religião “paraguaia”? Ser diferente do mundo é perigoso, mas Cristo não veio oferecer paz com o mundo, mas oferece glória (1Jo. 2. 15-17).


• Nestes tempos em que vivemos mais do que nunca precisamos da verdadeira piedade. E esta piedade tem ser muito prática. Prática na vida dos lideres e por tabela, ensino e exemplo, na vida da igreja.



1- A verdadeira piedade está em viver em Cristo, e só nEle;

2- Ser disciplinado, esforçado na corrida pela piedade;

3- Preparado dia a dia para eternidade;

4- Desfocado de bens materiais, pois quem foca nisso ainda é incrédulo, não conhece a verdadeira piedade;

5- O apego ao conhecimento e ensino capaz da Palavra de Deus se mostra a nós à medida de nossa piedade;

6-  A nossa piedade bíblica se mostra em como tratamos nossa família.



•  A Igreja precisa viver a verdadeira piedade bíblica; esta liderança aqui precisa viver esta piedade.

domingo, 23 de março de 2014

RAPPER FAZ DENÚCIA FORTE CONTRA O FAMIGERADO CONGRESSO "GIDEÕES DA ÚLTIMA HORA"

Do blog: Bula na Bula 

"Deu no site Gospel+ que o Congresso Gideões Missionários da Última Hora é alvo de uma denúncia feita pelo pastor e rapper Juninho Lutero na música “Gideões: Prostitutas de Terno e Gravata”.

 Lutero afirma que a organização do evento pentecostal cobra R$ 50 mil de pastores que desejam pregar no congresso, realizado em Camboriú (SC), além de acusar os líderes que participam do evento de usarem drogas.

“Congresso dos Gideões é uma farsa, composta por pastores que cheiram pó e bebem cachaça. É claro que não falo de todos, mas homens de Deus ali dentro são bem poucos. Na verdade, Camboriú visa lucro e não missões. Zombam da fé alheia no palco dos Gideões”, afirma Juninho Lutero nos versos da música.

As afirmações do rapper vão além e atingem também as cantoras gospel que se apresentam durante o congresso. Segundo Juninho Lutero, muitas delas “se deitam” com os organizadores para conseguir espaço no evento.

“O que existe nos bastidores é indecente. Cantoras que se deitam com organizadores, pra poderem cantar nos Gideões seus falsos louvores. Por um minuto de fama vão pra cama com pastores que espiritualmente estão na lama. Mulheres sem unção, de saião e cabelão, vendem o corpo em Camboriú pra ter o microfone na mão”, acusa o rapper em outro trecho da música.

O congresso é organizado há 32 anos pela Assembleia de Deus de Camboriú (SC), dirigida pelo pastor Cesino Bernardino. O evento atrai em média 100 mil pessoas todos os anos, durante os dez dias de reuniões. Em 2014, o congresso acontecerá entre os dias 26 de abril e 5 de maio".

_________________________
Do editor do Graça Plena- É claro que vão dizer que é o diabo se levantando e coisa do tipo. Quem conhece um tiquinho de Bíblia sabe que, mesmo que as denúncias não se confirmem, nesse congresso o que há é um festival de heresias e bizarrices. Não é evangelho, nem protestantismo nem de longe. Mas, para o povão "analfa" em Bíblia e em Teologia é um "orgasmo".
 
Assista ao clipe “Gideões: Prostitutas de Terno e Gravata”, do rapper Juninho Lutero:

terça-feira, 18 de março de 2014

domingo, 9 de março de 2014

A CARTA DE CAMPINA GRANDE PARA A IGREJA BRASILEIRA

  VINACC
 
 
Na noite de encerramento do 16º Encontro para a Consciência Cristã, nesta terça-feira (04), todos os 32 preletores do evento lançaram um documento, a “Carta de Campina Grande”. Nele, os palestrantes reafirmam e reasseguram o seu compromisso com o genuíno Evangelho de Cristo, sua defesa e sua pregação por todo o Brasil e todo o mundo.

Confira a carta, na íntegra:
 
 

CARTA DE CAMPINA GRANDE

Nós, membros da igreja de Jesus Cristo, participantes do 16º Encontro para a Consciência Cristã, celebramos a comunhão que desfrutamos como povo de Deus, unidos ao redor do evangelho de Cristo.

No início deste século e milênio a igreja evangélica brasileira tem enfrentado imensos desafios e inesperadas oportunidades. O crescimento numérico das denominações evangélicas tem sido notório, levando-nos à plena convicção de que o Deus Todo-Poderoso tem salvado um número incontável de pessoas para a glória do seu Nome. Entretanto, é possível constatar que uma parcela significativa do evangelicalismo brasileiro tem abandonado o compromisso com o evangelho ensinado por Cristo.

Lamentavelmente, um tipo crasso de religiosidade popular tem prevalecido na mídia e na proliferação de templos e denominações, causando escândalo para a fé cristã e distanciando as pessoas que mais necessitam do poder transformador do evangelho. Ao mesmo tempo, muitas igrejas têm se omitido no cumprimento da Grande Comissão, deixando-se influenciar por um avançado processo de secularização. Crescem por oferecer entretenimento e não por fazer discípulos radicalmente comprometidos com Cristo. Pensadores evangélicos antes consagrados à proclamação do evangelho da Salvação Eterna hoje pronunciam-se publicamente rompendo com as convicções que um dia defenderam. Os líderes já não são mais vistos como referências de espiritualidade e integridade, mas como embusteiros, que exploram a credulidade do povo, enriquecendo ilicitamente. Nesse cenário, muitas igrejas conservadoras, ainda que mantendo fidelidade às doutrinas evangélicas fundamentais, mantêm-se apáticas em relação ao desafio missionário e à tarefa de influenciar a sociedade como sal da terra e luz do mundo.

Por outro lado, vemos um país sucumbindo diante da corrupção sistêmica, da violência generalizada, da desagregação familiar, do abandono dos valores cristãos, da desigualdade social e de práticas ocultistas.

Diante dessa realidade, oramos por um avivamento espiritual em terras brasileiras. Não um avivamento de emocionalismo e misticismo, que não produz transformações duradouras, mas um que, como ocorreu em outros lugares e outros tempos, proporcionou a conversão verdadeira de milhares e até milhões de pessoas, chegando a mudar o rumo de nações. Para demonstrar nosso compromisso com o avivamento da igreja brasileira, nós declaramos juntos:

NÓS CREMOS NO EVANGELHO

O evangelho de Jesus Cristo é a boa notícia da salvação graciosa de Deus somente pela fé em Jesus Cristo. Nós não compactuamos com as grandes distorções da mensagem cristã, ensinadas por grupos que, em sua essência, exploram a credulidade do povo e buscam o enriquecimento ilícito em nome do evangelho. De acordo com as Escrituras, esses são lobos vorazes, mercadores da fé, charlatães. Sua existência não nos surpreende, pois, desde o início, Jesus e os apóstolos nos alertaram contra suas práticas.

O evangelho de Cristo exalta Deus que, em sua santidade, justiça e amor, oferece ao ser humano caído salvação através do sacrifício redentor de Cristo, o Messias prometido, o Filho de Deus. Afirmamos que ninguém pode ser justificado por suas obras, pois todos pecaram e distanciaram-se da glória de Deus. Somente pela fé em Cristo como Senhor e Salvador, o ser humano é salvo dos seus pecados e transformado em nova criatura.

NÓS PROCLAMAMOS O EVANGELHO

A missão principal da igreja é glorificar a Deus, proclamando o evangelho e fazendo discípulos de todas as nações.

Reconhecemos que a igreja foi chamada para proclamar o evangelho em sua inteireza, mas nos recusamos a vinculá-lo a ideologias políticas ou agendas de ambições pessoais. Cremos que o evangelho deve ser proclamado nos termos e ênfases do evangelho, não nas circunstâncias mutáveis da sociedade. Nós proclamamos o evangelho em sua totalidade, sem omitir seus aspectos essenciais como a justiça e a santidade de Deus, a culpa do ser humano, a salvação somente pela fé, a ressurreição dos mortos, o julgamento final, o céu e o inferno. Nós proclamamos o evangelho a todas as pessoas, independentemente de raça, nacionalidade, sexo, religião ou condição social. Cremos que todas as pessoas precisam ouvir o evangelho em sua própria língua e cultura, de forma contextualizada, que tenham a oportunidade de ser discipuladas e fazer discípulos, formando igrejas locais autóctones comprometidas com o pleno ensino do Reino de Deus, fazendo da proclamação do evangelho um estilo de vida.

Nós repudiamos mensagens que substituam o evangelho de Cristo por conteúdos humanistas de autoajuda, que promovam um misticismo desvinculado das Escrituras e transformem Deus em um negociador de bênçãos.

NÓS DEFENDEMOS O EVANGELHO

Desde os seus primórdios, o ensino de Cristo esteve sob o ataque de crenças e filosofias hostis à mensagem da salvação pela graça mediante a fé. Somos chamados a lutar diligentemente por essa fé que nos foi entregue de uma vez por todas, estando preparados para dar razão da esperança que existe em nós e vigiando contra lobos vorazes que não poupam o rebanho. A defesa da fé faz parte essencial da missão da igreja enquanto ela proclama o evangelho de Cristo. Nós rejeitamos o evangelho do relativismo pós-moderno, do ateísmo militante, do secularismo pragmático, do liberalismo teológico, das seitas e cultos, do nominalismo religioso, de todas as ideias e ideologias que se levantam contra ou pretendem substituir o evangelho de Cristo. Nós afirmamos nossa plena convicção na existência de Deus, em sua revelação objetiva e inerrante através das Escrituras, na singularidade de Cristo e na realidade da eternidade. Nós defendemos o evangelho com amor, sabedoria, compaixão e firmeza, sem qualquer contemporização, visando a conversão dos perdidos e a proteção daqueles que crêem, na firme convicção de que o próprio Jesus edificará sua igreja e a portas do inferno não prevalecerão contra ela.

NÓS NOS COMPROMETEMOS A VIVER À LUZ DO EVANGELHO

Mártires, reformadores, avivalistas através da história têm assumido o absoluto compromisso com o evangelho. O maior apelo para a veracidade do evangelho é o testemunho de vidas radicalmente comprometidas com ele. Nós nos comprometemos a viver de forma digna do evangelho de Cristo como indivíduos, discípulos, profissionais e cidadãos, recusando-nos a ceder ao materialismo, ao relativismo e à corrupção, aceitando carregar a cruz de Cristo como prioridade absoluta do testemunho do evangelho de Cristo. Como cidadãos do reino de Deus, assumimos o compromisso de, na dependência da graça de Cristo, viver o poder transformador do evangelho em todas as suas dimensões. Diante da corrupção generalizada e do relativismo moral na sociedade brasileira, nós estamos prontos para assumir as plenas implicações éticas e morais do evangelho, não somente na esfera da igreja, mas também da sociedade: educação, trabalho, política, economia, cultura.

NÓS ORAMOS PELO PROGRESSO DO EVANGELHO

Reconhecemos que, sem a intervenção soberana e sobrenatural de Deus, não veremos o verdadeiro progresso do evangelho. Esforços humanos produzem resultados humanos. Através da história, o evangelho tem impactado nações pelo poder do Espírito Santo. Embora o Brasil nunca tenha experimentado um avivamento espiritual de grandes proporções, nós nos comprometemos diante de Deus a orar por esse avivamento, na expectativa de uma transformação radical no curso de nossa nação através da igreja do Senhor, cheia do Espírito Santo, vivendo a plenitude do evangelho.

NÓS NOS UNIMOS PELO EVANGELHO

Dizemos não a uma união que compromete a essência do evangelho de Cristo. Não cremos que todos os caminhos levam a Deus, pois Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Não cremos que todas as instituições ditas cristãs de fato seguem a Cristo, pois muitas afirmam o nome de Cristo sem conhecê-lo. Mas afirmamos sim nosso compromisso de unidade com todos aqueles que abraçam o evangelho de Cristo, como nos foi transmitido por Jesus e seus apóstolos. Ao mesmo tempo, reconhecemos que as verdades essenciais, comuns a todos os evangélicos herdeiros da Reforma, podem nos unir não institucionalmente, mas como corpo vivo de Cristo, que, na sua diversidade, cumpre a sua missão. Desejamos ser a resposta a oração de Cristo quando ele orou para que fôssemos um. Nós nos unimos pela proclamação do evangelho a todas as nações.

Assim, confiantes na graça de Deus, assumimos este compromisso diante de Deus e de seu povo para vermos em nossa nação brasileira um poderoso progresso do evangelho de Cristo.
Subscrevemos,

Pr. Euder Faber Guedes Ferreira (Coordenador do 16º Encontro para a Consciência Cristã) 
Pr. Jorge Noda (ILEST/PB) 
Pr. Renato Vargens (ICA/RJ) 
Dra. Norma Braga (IPB/RN) 
Pr. Paul Washer (Heart Cry/EUA) 
Pr. Hernandes Dias Lopes (IPB/ES) 
Dr. Russell Shedd (IB/SP) 
Pr. Augustus Nicodemus (IPB/SP) 
Pr. Ronaldo Lidório (IPB/AM) 
Dr. Heber Campos Jr. (IPB/SP) 
Pr. Jonas Madureira (IB/SP) 
Pb. Solano Portela Neto (IPB/SP) 
Prof. Adauto Lourenço (IPB/SP) 
Pr. Joide Miranda (MEI/MT) 
Pr. José Bernardo (AMME/SP) 
Pr. Geremias Couto (AD/RJ) 
Prof. Ricardo Marques (IBC/CE) 
Pr. Joaquim de Andrade (CREIA/SP) 
Miss. Gleydice Bernardes (ACEV/PB) 
Miss. Socorro Teles (IPB/PB) 
Pr. Robson Tavares (ICNV/PB) 
Pb. José Mário (IPB/PB) 
Pr. Luiz Vieira (ICNV/PB) 
Pr. Valter Vandilson (ICD/PB) 
Pr. José Américo (IB/PB) 
Pr. José Pontes (IN/PB) 
Miss. Joyce Clayton (Inglaterra) 
Profª. Janeide Andrade (OBPC/PB) 
Miss. Edna Miranda (MEI/MT) 
Miss. Rosali Melo (IC/PB) 
Dra. Paumarisa Vieira (IPB/PB) 
Pr. Weber Alves (ICES/PB) 
Jorn. Josué Sylvestre (AD/PR)
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