O dia em que Deus se fez gente eu não sei que da semana foi, mas sei que foi o diz mais importante que já houve.
Parece que foi de noite, pois uns anjos apareceram para uns pastores de ovelhas que estavam no campo, e já era escuro, e eles anunciaram a “boa nova”, o evangelho: havia nascido o Salvador. Foi nesse dia que a melhor noticia foi dada a humanidade perdida:
“Glória a Deus nas maiores alturas, paz na terra aos homens a quem ele quer bem" (Lc. 2:14).
No dia em que Deus se fez gente uma estrebaria serviu de hospital, um cocho de forragem serviu de cama, e um monte de animais de platéia. Nesse dia Ruben Alves chegou a dizer que “O vento se fez evento, e o feto se fé afeto”. Nasceu o amor que se dá pelo amado.
No dia em que Deus se fez gente, um homem que havia feito uma pergunta muitos anos antes, teve a sua resposta. Ele havia perguntado se Deus teria olhos de carne, se via como o homem, se os dias de Deus seriam como os dias de um mortal, ou se os anos de Deus seriam como os de um homem (Jó 10: 4-50). Nesse dia Deus respondeu a esse homem chamado Jó com um sim. Ele via como homem, sentia como homem, chorava como homem, sorria como homem. Ele era como Jó humano também. Era gente.
O dia em que Deus se fez gente é o maior da história. Pois o problema do pecado foi resolvido, o diabo foi vencido, a salvação foi garantida, o resgate da Igreja estava agora certo (Gl. 4:4-5), era só uma questão de tempo. Agora o ser humano teria um salvador não de um material diferente, sem saber o que era o que os humanos sentiam, não, Ele era feito do mesmo material, era humano também (Hb. 2: 14—18). E todos os que cressem no seu Nome, com uma fé obediente, receberiam a salvação eterna (Jo. 3:16).
No dia em que Deus se fé gente o céu todo dançou, o universo bateu palmas, e até uma estrelinha matreira desceu um pouquinho só para ver: Jesus Cristo.
Há dois mil anos atrás, nas campinas da Judéia, alguns pastores estavam tomando conta dos seus rebanhos... era noite. Súbito, uma grande surpresa! “De repente, não mais que de repente”, como diria Vinicius de Morais, surge um anjo, que vendo-os estupefatos, tranqüiliza-os e lhes anuncia o nascimento de alguém muito importante, que acontecera bem ali pertinho, na cidade de Belém, onde o famoso rei Davi também havia nascido mil anos antes. Era Jesus, o Salvador. Após este anúncio, aconteceu algo mais extraordinário que todos os efeitos especiais de Hollywood, porque foi real. Apareceu uma multidão de anjos que formando um coral celeste, cantaram:
“Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens
aos quais ele concede o seu favor” (Lc. 2:14, NVI).
Uns 62 anos após este episódio, um homem chamado Paulo, escrevendo aos cristãos de Roma, diz que Deus enviou Jesus a esta terra para demonstrar Sua justiça, a fim de ser justo e justificador daqueles que têm fé em Seu Filho (Rm. 3: 26). E o mesmo Paulo escrevendo aos crentes da Galácia, provavelmente a região sul da Ásia Menor, diz que aquele dia em que os anjos cantaram não foi um dia comum, mas foi um dia escolhido no calendário de Deus.
“Quando, porém, chegou a plenitude do tempo, Deus
enviou o seu Filho” (Gl. 4:4, BEP).
Foi um dia especial, dia de um tempo completado, dia em que os anjos disseram que Deus iria mostrar glória e justiça. Mas, como isso pode acontecer; essa frase tem sentido? Vejamos:
“Glória a Deus nas alturas” são as primeiras palavras dos anjos.
As escrituras são unânimes em afirmar que Deus é justo (Dt. 32:4) e santo (Is. 6:1-3). NEle não há imperfeições (1 Jo. 1:5-7), e mesmo João dizendo que “Deus é amor” (1Jo. 4:8), Ele nunca iria cometer injustiças, pois injustiça Ele detesta (Pv. 17:15). O Senhor estabeleceu dois caminhos: o caminho da vida e o caminho da morte. Invariavelmente quem não está em um estão no outro. O caminho da vida está baseado no pacto que Deus fez com Adão (Gn. 2:17). O problema é que ele não cumpriu este pacto (Gn. 3:1-6; Os. 6:7), e por ser o primeiro ser humano criado, era o nosso representante diante do Senhor, então o ser humano em geral que ele representava foi incluído em sua desobediência (Rm. 5:12; 1 Co. 15: 21ª-22ª).
Foi trágico. O Cabeça Federal dos homens diante de Deus caiu em injustiça, logo, a situação do homem, seu descendente, se tornou de injustiça também. Então, já lá no Éden o dilema estava proposto: como Deus vai demonstrar seu amor, salvando pecadores injustos, sem que sua justiça seja afetada?
Mas, não esqueça os anjos cantaram “Glória a Deus nas alturas”, para os pastores. Esta frase é de suma importância. Mas, como aquele que estava nascendo faz acontecer esta glorificação? Sim, os anjos dizem que aquela criança iria glorificar a Deus nas alturas, mas de que jeito?
Ela iria glorificar a Deus por que ela veio para cumprir a justiça dEle. Justiça esta que o ser humano não poderia cumprir. Aquela criança veio revelar a justiça e a santidade que Deus exigia e que nós não tínhamos em nós mesmos. Revelando esta justiça, andando nos caminhos do Senhor, cumprindo todas as leis de Deus, aquele menino glorificou plenamente a Deus nas alturas (Mt. 5:17; Hb. 4:14-15). E Deus gostou tanto disso, que não se agüentou e exclamou:
Este é o meu Filho amado em
quem me agrado” (Mt. 17:5,NVI).
Ele glorificou a Deus porque a justiça de Deus não foi ultrajada, desrespeitada e nem toda humanidade pecadora não foi condenada. Um Deus justo e amoroso foi revelado aos nossos olhos com nascimento de Jesus. O que Deus queria dos homens Cristo deu cumprindo a Lei e se tornando o Cabeça Federal de uma nova raça (Rm. 5:18-21; 1Co.15: 45-49). O grande amor de Deus é demonstrado quando o homem é salvo pela fé nEle (Cristo), pois “ O justo viverá pela fé” (Rm. 1:17, NVI). Aí está a glorificação:
a) Justiça de Deus satisfeita;
b) Pecadores salvos mesmo sem ter cumprido esta justiça;
c) E em tudo isso Deus continuou sendo justo.
Com certeza, diante de um plano destes os anjos tinham que cantar “Glória a Deus nas altura”. E o próprio Cristo disse:
“Eu te glorifiquei na terra, completando a obra
que me deste para fazer” (Jo. 17: 4, NVI).
Mas, os anjos não pararam a música aí, continuaram e cantaram:
“Paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.
Note bem, o “Glória a Deus nas alturas” dos anjos mostrou um Deus justo, cuja justiça não foi quebrada mesmo com a salvação dos pecadores. Mas, o texto de Rm. 3:26, nos diz que Ele seria não só justo, mas também o justificador, com este ato de enviar Seu Filho ao mundo. Então, esta vinda de Cristo a terra, no momento em que os anjos cantaram, não só serviu para glorificar a Deus, mas também, para dar paz aos homens, que forem chamados pela graça divina. Pois note que é só aos homens “aos quais Ele concede o seu favor”.
O homem pecador não tinha justiça própria (Rm. 3:9-18). A Lei que Deus deu para ser cumprida, o ser humano transgrediu, pois se pecado é a “quebra da Lei” (1Jo. 3:4), e se “todos pecaram” (Rm. 3:23), logo ninguém cumpre ou cumpriu a lei. O homem natural, da descendência de Adão, é pecador, injusto, pois “O que nasce da carne é carne” (1Jo. 3:6). É por isso que Jesus disse a Nicodemos, que ele tinha que “nascer de novo” (Jo. 3:1-6), e que Paulo diz que “quem está em Cristo nova criatura é” (2Co. 5:17), porque é o evangelho de Cristo que gera, cria filhos para Deus (Jo. 1:11-12; 1Co. 4:15; Tg. 1:18). É pelo evangelho que o ser injusto morre e nasce outro justificado.
Além de está sem justiça, o homem, em seu estado natural está em inimizade contra Deus. Não cumprimos sua santa lei. O profeta Isaias diz que os pecados separam os homens de Deus (Is. 59:1-2), e Paulo diz que no estado de pecado, o homem está numa situação de antagonismo para com o Senhor (Rm 5: 8-11).
E, para acabar de selar o triste estado de calamidade do ser humano, Paulo diz que o homem em seu estado natural de filho de Adão, esta morto (Ef. 2:1), e não só Pulo, mas o próprio Cristo também diz isso (Mt. 8: 18-22).
Eis a situação do homem natural: morto, sem justiça própria e inimigo de Deus. Isto é desesperador.
Mas graças a Deus! Os anjos não só cantaram: “Glória a Deus nas alturas”, cantaram também “e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”. Sim, a criança que estava chegando iria proporcionar esta paz, paz com Deus que o ser humano precisava. O que nos afastava de Deus era nossa falta de justiça, nossos pecados. Jesus cumpriu esta justiça cumprindo a lei de Deus por nós, e pela fé nEle esta justiça nos beneficia. Lembra de Paulo?
“Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2Co. 5:21).
Isto tranqüiliza o nosso coração, pois se crermos não somos mais inimigos injustos de Deus, podemos ter paz com Ele (Rm. 5:1). Ainda mais sabendo que o nosso estado de morte era só do homem carnal, mas agora se crermos e Jesus:
“Deus sendo rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões”. (Ef. 2:4-5, NVI).
E assim, como disse Paulo, Deus pode ser justo, pois sua santidade não foi manchada, e sua lei cumprida por Cristo, e justificador, pois nos justifica do nosso pecado em Cristo.
E tudo isso começa naquele dia em que os anjos cantaram: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens a quem ele concede o seu favor”.
E agora sempre poderemos cantar:
“Glória a Deus nas alturas”, porque ele é justo para sempre; e “paz na terra aos homens”, porque Ele os salva em Cristo por meio da fé.
É Natal, que você solte a voz e cante também com os anjos.
Durante séculos, o símbolo natalino foi distintivo entre católicos e protestantes, estes inicialmente depreciados como adeptos da "religião da árvore de Natal". No século 19, o costume se tornou transconfessional.
A aconchegante cena faz bater mais forte os corações dos protestantes da Alemanha: Martinho Lutero sentado, ao lado de sua família, numa confortável sala, em torno de uma pequena árvore de Natal decorada.
Lutero e família na noite de Natal de 1536, em Wittenberg: assim o artista Carl August Schwerdgeburth, de Weimar, intitulou sua gravura. Porém o quadro que o tornou conhecido no século 19 não passa de uma mentira.
Difundida pela guerra
"Lutero jamais se sentou sob a árvore de Natal", sentencia o etnólogo Alois Döring, de Bonn. Pelo contrário: o reformador alemão nem mesmo conhecia esse símbolo, pois os primeiros registros de uma festa com um pinheiro decorado remetem ao final do século 16, quando a autoridade de uma localidade da Alsácia mandou montar a primeira árvore de Natal.
A coisa só virou moda na Alemanha pelos idos de 1800, quando as famílias protestantes passaram a adotar o pinheiro como decoração caseira para o Natal. E mais tarde declararam tratar-se de uma boa e velha tradição luterana.
"Os católicos zombavam do culto a Lutero da mesma forma que do costume da árvore de Natal", explica Döring. Aliás, uma das expressões sarcásticas com que denominavam o protestantismo era "a religião da árvore de Natal".
Mas isso não durou muito tempo, pois já no fim do século 19 o pinheirinho também conquistaria as salas de estar católicas. Decisiva para sua difusão foi a guerra franco-prussiana de 1870, conta o etnólogo. "Na época, por ordem das lideranças militares [alemãs], árvores de Natal foram dispostas nas trincheiras, como sinal dos laços com a pátria."
Ao que tudo indica, a ideia espalhou-se rapidamente pelo mundo. Pois a primeira árvore pública, exposta numa praça e enfeitada com guirlandas, foi registrada no Natal de 1910, não na Alemanha, mas sim em Nova York. Com a propagação do símbolo para além dos limites das confissões, desapareceu gradualmente a lenda de Martinho Lutero.
Lenda do paganismo
Em compensação, até hoje circula o boato que esse costume da árvore decorada proviria de culto pagão. Ledo engano. Segundo pesquisas mais recentes, a árvore natalina viria dos autos medievais sobre o Paraíso, onde, no dia 24 de dezembro, se erguia a "Árvore do Bem e do Mal", sob a qual era encenada a queda de Adão e Eva.
"Do lado que simbolizava a Redenção, a árvore era enfeitada com maçãs e outras guloseimas; do outro lado, pecaminoso, não havia nada", descreve o estudioso de Bonn.
Após os cultos religiosos, os fiéis podiam se servir da decoração. E nesse caso, assim como nos "autos do Presépio" e nas festas a São Nicolau, muitos católicos deixavam de lado a moral e os bons costumes.
A Martinho Lutero desagradava o apelo sensorial da adoração dos santos na Igreja Católica. Ele queria recolocar Jesus Cristo no centro das festividades, e por isso inventou a figura do "Cristo Sagrado", em concorrência a São Nicolau. E durante muitos anos, nas regiões protestantes da Alemanha, era o "Cristo Sagrado" a presentear as crianças, acompanhado por anjos.
Avanço do ecumenismo
No decorrer dos séculos, a figura se transformou no angélico " Menino Jesus", lembra Döring. Mas como essa imagem talvez fosse infantil demais, criou-se no século 19 o Papai Noel, uma espécie de "Nicolau remodelado". Hoje não é mais possível dizer se essa figura nasceu da fantasia dos protestantes ou dos católicos.
"Muitos de nossos costumes natalinos são, hoje, transconfessionais", afirma Alois Döring. Justamente na época do Advento e do Natal, o etnólogo tem observado, nos últimos anos, numerosas ações ecumênicas; católicos e protestantes promovem concertos e festas em conjunto.
"As Igrejas reconheceram que têm que fazer algo, se é para o Natal ser mais que consumo, vinho quente e luzes decorativas", diz Döring. "E isso funciona melhor quando se trabalha junto, e não em concorrência."
A Igreja Católica da Irlanda encobriu abusos sexuais de padres contra crianças da região da capital, Dublin, durante 40 anos, segundo um relatório oficial publicado nesta quinta-feira (26/11). Segundo o documento, as autoridades deram cobertura aos abusos.
Com 700 páginas, o documento, que cobre a Arquidiocese de Dublin, foi elaborado por uma comissão presidida pela juíza Yvonne Murphy e foi apresentado com uma série de cortes para não levar a prejulgamentos.
O arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, pediu desculpas e expressou seu "pesar e vergonha" pelo encobrimento dos abusos.
Segundo o religioso, o documento evidencia "os devastadores efeitos" que tiveram os fracassos do passado e considerou que "não há margem de manobra para cair no revisionismo sobre as normas e procedimentos adotados".
"Ofereço a cada um dos sobreviventes minhas desculpas, pena e vergonha. O fato de que os abusadores eram sacerdotes é uma afronta. Nenhuma palavra de desculpa será suficiente", acrescentou o arcebispo.
O governo irlandês pediu desculpas por seu "fracasso" em proteger as crianças e afirmou que "isso não voltará nunca a acontecer".
Relatório
A conivência entre a hierarquia eclesiástica e as autoridades do Estado, entre elas a própria polícia e a procuradoria, serviu, diz o texto, para encobrir os esforços de quatro bispos de Dublin em manter o prestígio da Igreja, proteger os pedófilos e evitar escândalos.
O relatório, resultado de três anos de investigações, afirma que a política e táticas de ocultação da Igreja podem ser resumidas na frase "não pergunte, não fale".
"A comissão não tem dúvida alguma que o abuso sexual clerical foi encoberto pela arquidiocese de Dublin e por outras autoridades da Igreja. As estruturas e regras da Igreja Católica facilitaram esse encobrimento", explica o texto.
"As autoridades do Estado facilitaram o encobrimento ao não cumprir suas obrigações e garantir que a lei fosse aplicada a todos por igual, o que permitiu que as instituições da Igreja se mantivessem fora do alcance do processo legislativo normal", acrescentou.
A comissão investigadora da arquidiocese de Dublin examinou as acusações de 450 pessoas apresentadas contra 46 sacerdotes por fatos ocorridos entre 1975 e 2004, assim como a gestão do escândalo por 19 membros da hierarquia católica, entre eles o cardeal Desmond Connell.
O cardeal chegou a ir aos tribunais para impedir a entrega de 5 mil documentos arquivados durante seu exercício à frente da arquidiocese, pedido que foi negado.
Quando abordou as denúncias de maus-tratos sexuais, Connell estabeleceu em duas ocasiões julgamentos secretos sob os termos da lei canônica, segundo o relatório.
Embora a comissão não tenha encontrado provas da existência de uma rede organizada de pedofilia na arquidiocese, detalhou vários casos tão estarrecedores quanto os do "relatório Ryan", de maio.
Um sacerdote, por exemplo, admitiu ter cometido abusos sexuais contra mais de 100 menores, enquanto outro confessou que, durante o exercício de mais de 25 anos de ministério, abusava de menores a cada "duas semanas".
Em outra instância, o relatório denuncia que a polícia irlandesa levou 20 anos para apresentar acusações contra um sacerdote.
Em maio passado, um relatório semelhante já havia revelado abusos físicos e psíquicos contra milhares de crianças em centros educativos públicos administrados pela Igreja.
A CPAD já causou frisson no meio teológico ao publicar a “Teologia Sistemática” de Charles Finney, um conhecido herege pelagiano. Para conhecer mais sobre as idéias anti-bíblicas de Finney acesse:
Agora a bola da vez é a tal Bíblia Dake, de Finis Jenning Dake. Este senhor já foi denunciado como fomentador de heresias por um livro publicado pela própria CPAD, Cristianismo em Crise, de Hank Hanegraaff. E teve alguns problemas com a justiça durante sua vida terminando seus dias com ministério independente de igrejas.
O problema é que mesmo a editora dizendo que expurgou os erros teológicos que a obra tinha (como se edita uma coisa que está cheia de erros?), dormiram no ponto e passou a seguinte pérola:
"Um cristão precisa crer que (...) todas as 3 pessoas têm o próprio corpo, alma e espírito e formam a Trindade divina (1 João 5.7)" (pág. 72).
Ora, este ensino é semelhante ao dos Mórmons que dizem que Deus Pai, Deus Filho e o Espírito Santo têm corpos distintos, formando assim três deuses. Existiria assim uma tricotomia divina. Ensino que nunca foi cristão. Onde estão os teólogo da DPAD? Eles estão com a palavra.
Estou bestificado. Enquanto digito e vejo algumas coisas no computador a TV está ligada na REDE TV. Não, antes que você pense que assisto os telepastores dos sábados pela manhã, eu não assisto. Mas, hoje resolvi ligar.
No ar o programa da Voz da Verdade. Grupo que já foi acusado de herético por ser unicista. No começo do mesmo, dois lideres de lá, depois de uns clips musicais, começam uma conversa descontraída, um tirando onda do outro, aí... um diz:
“Porque este câmera está ajoelhado (apontando para frente)? Ta com a calça caindo, e ta aparecendo até o cofrinho, e olhe que tem que botar uma moeda deste tamanho (e faz um gesto com as mãos) ali.”
Esse é o diálogo no inicio do programa chamado evangélico, que consome uma baita quantia de dinheiro dos fiéis incautos para ir ao ar.
Depois, eles resolvem pregar (sempre tirando onda), relembram a história de Davi e o fato de ter ido pegar 100 prepúcios de filisteus para pagar um dote (1Sm. 18: 25). Aí um deles pergunta: “e o que é prepúcio?”. O outro enche os pulmões e diz: “prepúcio é o pênis do homem, Davi tinha que matar e cortar o pênis deles”, e cai na risada.
Amigos, eu pergunto isso é programa evangélico? Onde está o evangelho? E a explicação que o tal pasto dá para a palavra prepúcio? Ora, como um homem que se diz pastor e fala isso em rede nacional?
Cada vez mais me dá asco estes programas ditos evangélicos que só fazem denegrir o nome da igreja de Jesus. Deus tenha piedade de nós.
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"Sou JOELSON GOMES, pr. reformado, Congregacional, formado em Teologia (Th. B.) pelo Seminário Teológico Congregacional do Nordeste, com a dissertação: "O DESVELAMENTO FEMININO (Uma leitura exegética de 1 Co. 11:2-16)", e ministro do quadro da ALIANÇA das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, com a dissertação: "EIS ALGUMA ÁGUA" (Subisídios para a leitura de At. 8:22-40)", e pós-graduado em História. Sou co-pastor da Igreja Evangélica Congregacional da Vitória-PE, sou fã de poesia popular, cordel, Sherlock Holmes, sou matuto, não sou "evangélico", não sou "gospel", ou similar. Não sou reverendo, ou Rev, não sou do G12; nem da visão apóstolica, nem da visão celular; nem da unção do riso; nem dos 4 animais; nem da unção do cai cai; não sou do "shu" profético, da dança profética, da palavra profética, da adoração profetica, do shofar profético, do ato profético, do louvor profético; não sou da campanha do sabonete ungido, da fita ungida, da rosa ungida, do óleo ungido, da peça de roupa ungida; não sou da quebra de maldição; da campanha das sete sextas feiras, dos sete mergulhos de Naamã, dos sete qualquer outra coisa. Sou PROTESTANTE, não sou normal e caminho na graça".
CONTATO: joelsongomes62@hotmail.com
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