Fonte: Monergismo
Os
Sinergistas ensinam que a ELEIÇÃO é como se segue: Deus previu quem se
renderia ao Espírito, e então elegeu para a salvação todos aqueles que
Ele previu que assim o fariam. Neste esquema, o absoluto livre arbítrio
do homem natural é necessário para preservar a responsabilidade humana.
Mas este conceito de presciência realmente reduz o mesmo a nada. Não há
nenhum Sinergista vivo que possa consistentemente crer nesta teoria de
presciência, e ainda continuar ensinando suas visões com respeito à
salvação. Porque então? Considere o seguinte:
1.
Nenhum Sinergista pode consistentemente dizer que Deus previu quem
seria salvo e então pregar que Deus está tentando salvar todos os
homens. Certamente se Deus sabe quem Ele pode salvar ou quem quer ser
salvo, então, quem ousará dizer que Ele está tentando salvar alguém
mais? Certamente é tolice dizer que Deus está tentando fazer algo que
Ele sabe que nunca poderá ser realizado. Eu tenho ouvido alguns
Sinergistas acusarem aqueles que crêem no monergismo de que o Evangelho
pregado para os não-eleitos é zombaria, visto que Deus não lhes elegeu.
Se há algo válido nesta objeção, então ela igualmente se aplica a eles
também, que pregam para aqueles que Deus sabe que não serão salvos. Deus
ordena que o Evangelho seja pregado a todos, se claramente entendemos
ou aceitamos Seu motivo no assunto.
2.
Nenhum Sinergista pode consistentemente dizer que Deus previu que
pecadores se perderiam e então dizer que não está dentro da vontade de
Deus permitir que aqueles pecadores se percam. Porque Ele os criou
então? Que os Sinergistas considerem esta questão. Deus poderia ter da
mesma forma facilmente se privado de criar aqueles que Ele sabia que
iriam para o Inferno. Ele sabia que eles iriam para o Inferno antes dEle
os criar. Visto que Ele foi em frente e criou-lhes com total
conhecimento de que eles se perderiam, está evidentemente dentro da
providência de Deus que alguns pecadores se percam, e Ele evidentemente
tem algum propósito nisto, o qual nós seres humanos não podem discernir
completamente. O Cristão humanista pode reclamar o quanto quiser da
verdade que Deus escolheu permitir que alguns homens tivessem como
destino final o Inferno, mas esta verdade continua sendo um problema
tanto para eles como para qualquer outra pessoa. Na realidade, este é um
problema que os Sinergistas devem encarar. Se ele encarar isto, terá
que admitir ou o erro de sua teologia ou negar juntamente a presciência.
Mas ele poderá dizer que Deus criou aqueles para perecer, mesmo contra
Sua vontade. Isto faria Deus sujeito ao Destino.
3. Nenhum
Sinergista pode consistentemente dizer que Deus previu quem seria salvo
e então ensinar que Deus puniu a Cristo com o propósito de redimir cada
homem em particular que já viveu. Certamente deveríamos creditar a Deus
como tendo tanto senso quanto um ser humano. Que ser humano faria um
grande, porém inútil e imprestável sacrifício? Os Sinergistas dizem que
Deus puniu a Cristo pelo pecados daqueles que Ele sabia que iriam para o
Inferno. Esta teoria da expiação – embora os Sinergistas não mencionem
isto – envolve o assunto do sofrimento de Cristo exclusivamente para o
propósito da salvação do homem – o aspecto substitutivo. Eles falham em
ter qualquer apreciação do aspecto da propiciação.
4. Nenhum
Sinergista pode consistentemente dizer que Deus previu quem seria salvo
e então pregar que Deus o Espírito Santo faz tudo o que Ele pode para
salvar todos os homens no mundo. O Espírito Santo estaria desperdiçando
tempo e esforço para tentar converter um homem que Ele sabe desde o
principio que irá para o Inferno. Você ouve os Sinergistas dizerem sobre
como o Espírito tenta alcançar os homens e, se eles não se entregarem a
Ele, eles “cruzam a linha” e ofendem ao Espírito, de forma que Ele
nunca tentará salvá-los novamente. No fundo, o Sinergista transforma a
Deidade Divina numa criatura finita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário